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sexta-feira, 15 de abril de 2011

DEIXAR DE SER NEGRO....

Por: Pedro Eduardo Tassoni

Certo dia vendo um deputado em um programa sensacionalista parei para refletir... Sou negro...
O que será que passa na cabeça de um homem caucasiano quando não consegue passar pela porta giratória de um banco??? Será que ele pensa: “só porque sou branco... se eu fosse negrinho o segurança tinha me deixado entrar...”, ou quando ele entra em um mercado e percebe o segurança atrás dele ele fala: “é, se eu não fosse branco ele não estaria atrás de mim...”. Pois é, parece uma conversa de doido, mas gostaria de informar que uma parte dos negros pensa assim... Tudo o que acontece é em função da sua cor, da condição de seus ancestrais, que sofreram muito com a escravidão, usando isso como desculpa para eventos atuais.
Sobre o fato de ainda haver preconceito racial já é algo do senso comum, pois é inegável a existência de tal "juízo" preconcebido, em relação à multiplicidade de cores existentes em nós seres humanos, principalmente em um país tão diverso como o nosso. Temos que deixar de sermos brancos, negros, amarelos, homossexuais, heterossexuais, índios, vermelhos, azuis... Sei lá... Temos que deixar esta óptica de preocupações com o estereotipo dos outros e começar a nos preocupar com as pessoas... Independente da quantidade de pigmento que há na sua pele ou da sua orientação sexual... O que devemos contar é o caráter das pessoas, a amizade, o carinho, respeito, amor...
Nós, na condição de seres pensantes, temos como mecanismo de defesa repelir tudo o que for diferente do que nos é de costume. Trabalharmos com as diferenças é o nosso desafio, independente do tom de pele. O conceito antecipado das coisas pode não ser proposital da pessoa, mas uma consequência de educação dada pelos pais, convívio social, ambiente escolar, falta de informação... Temos que difundir a pluralidade racial... A miscigenação como efeito interessante...
O racismo existe e a população afrodescendente não está contribuindo para mudar essa realidade, pois ao colocar-se em uma posição de inferioridade em relação ao branco você está salientando ainda mais essa coisa pequena que é a diferença de pigmentos... Negro... Não aceite essa politica de cotas raciais ou qualquer outro movimento preconceituoso... Ao invés disto comece a lutar por uma sociedade mais igualitária economicamente, para que diminua a discrepância social e que todos possam ter as mesmas condições e oportunidades... Em meu pensamento, se as oportunidades não são iguais, temos que lutar por isso. Só assim teremos mais apresentadores de TV negros, índios, orientais, verdes, azuis...


Deixe de ser negro, deixe de ser branco, deixe de lado qualquer rotulo discriminatório e comece a ser uma pessoal melhor para você e para o próximo... vamos promover a unimultiplicidade...
                

quinta-feira, 14 de abril de 2011

QUANDO COMEÇAMOS A NOS PERDER...


Quando começamos a achar que somos mais importantes do que os outros que compadecem do mesmo solo;

Quando achamos que tudo na vida é aproveitá-la ao máximo, achando que isso depende só de nós;

Quando colocamos os valores materiais à frente de todos os outros valores amorosos;

Quando achamos que o mais importante é vencer na vida e a nossa família e amigos está sofrendo porque todo o resto foi posto de lado;

Quando o dinheiro se tornou nossa única meta;

Quando estamos cegos e enfurecidos;

Quando pensamos que tudo que acontece na nossa vida é azar;

Quando achamos que estamos sozinhos;

Quando não somos capazes de pedir ajuda;

Quando paramos de rezar;

Quando queremos comprar a nossa honra;


Quando achamos que poder é ter dinheiro;

Quando não mais apreciamos a beleza das formas da natureza que a vida nos contemplou;

Quando pensamos negativo;

Quando achamos que fazer, somente a nossa parte, o mundo vai melhorar...


É porque temos que dar um pouco mais de nós!!!




Texto/ arquivo – primeiroprograma.com.br

segunda-feira, 28 de março de 2011

O QUE OS OUTROS PENSAM A SEU RESPEITO NÃO É DA SUA CONTA


"Eu costumava contribuir financeiramente com todo tipo de coisa. Se eu estava andando pela rua e alguém me pedia dinheiro, eu dava. Se uma senhora me telefonava, pedindo que eu comprasse três toalhinhas de mesa por 30 dólares, eu comprava. Quando as pessoas apareciam no meu escritório vendendo amendoins mofados eu pensava “Credo!” e comprava três saquinhos. Depois perguntava a mim mesmo: “mas para que causa eu fiz minha contribuição?”, e então me dava conta de que não tinha a mínima ideia da resposta!

Pode até ser uma atitude generosa fazer doações para a caridade, mas eu não estava fazendo aquilo por generosidade. Fazia principalmente por estar preocupado com o que os outros iriam pensar de mim. Eu não queria parecer um sovina, por isso contribuía... Assim, todos me considerariam um cara legal – e isso para mim estava ótimo.

Com muita frequência, eu me preocupava com o que as pessoas iriam pensar, em vez de considerar o que eu queria. Nunca enviava pratos para serem refeitos nos restaurantes, nem pedia aos vizinhos para baixarem o volume da música, e raramente devolvia mercadorias com defeito a uma loja. Mas, enquanto eu achava que estava sendo amigável, na verdade estava sendo fraco. Minha experiência de vida me mostrou que muitas pessoas têm esse mesmo tipo de preocupação devido à necessidade de serem aprovadas pelos outros...

Para manter o controle sobre nossas vidas e viver plenamente, nosso grande desafio é eliminar essa compulsão em obter a aprovação alheia... Preocupar-se com o que os outros pensam a nosso respeito é um hábito difícil de ser quebrado, mas pode haver resultados trágicos se não o fizermos. Com frequência, pessoas sensatas se condenam a uma vida inteira de dedicação a empregos que elas simplesmente odeiam, simplesmente por pensarem no que as pessoas iriam dizer se elas deixassem essa posição segura...

Em poucas palavras: ao respeitar os outros, não deixe de ser verdadeiro consigo mesmo. Se as pessoas discordam de suas ideias ou de seu estilo de vida, o problema é delas, não seu."

(por Andrew Matthews, do livro "Faça Amigos")

domingo, 27 de março de 2011

Aprendizagem



A aprendizagem para a vida funciona em quatro níveis: escutar, entender, fazer e ser. É simples, mas as pessoas e os sistemas tender a ficar apenas nos dois primeiros níveis, da informação e do conhecimento. Para que haja uma mudança efetiva, você precisa prestar a mesma atenção no fazer e no ser. Assim, gradualmente a sabedoria cria uma pessoa verdadeira; o que você faz é o que você se torna. Ou seja, você se transforma na personificação da paz, do respeito e da generosidade.

(por Brahma Kumaris)

Lembre-se "ACERTAR É HUMANO" !!!!!
Abraço a todos........

sábado, 26 de março de 2011

Saber esperar


Saber esperar é simplesmente dar tempo ao tempo; investir no tempo e não corromper o tempo, esperando que ele faça a sua parte. Pela inércia prolongada, nossa mente estagnou no tempo e no espaço, tornando-nos seres desatualizados e omissos.



O saber esperar é ter paciência com tudo e com todos, sem jamais parar. Nossos novos movimentos vão trazendo novas amizades, novos caminhos vão se abrindo, nossa perspectiva de vida se amplia e encontramos soluções jamais imaginadas. O tempo é necessário para o amadurecimento das nossas atitudes e os resultados serão novos pontos de partida para o nosso crescimento, que é infinito.



É infalível. Os resultados positivos do “saber esperar”:

- desenvolve a continuidade: tudo terá começo, meio e fim;

- desenvolve a serenidade;

- expande os sentidos e a consciência;

- torna a vida mais produtiva.


Saber esperar será a virtude primeira no homem do futuro.



(texto de Paulo Zabeu no livro "Cinco regras para vencer seus limites")

terça-feira, 1 de março de 2011

Concentre-se naquilo que é realmente importante para você

Não há nenhum sentido em disputar um jogo que você não está interessado em vencer. Faça com que sua vida e suas expectativas sejam reflexos profundamente pessoais daquilo que é realmente importante para você.

O que você realmente deseja? Qual é a meta pela qual vale a pena lutar e que está de acordo com sue modo de ser? Não invista em um objetivo por mera competição, pela expectativa que os outros têm em relação a você, ou por um modelo que lhe impuseram quando criança.

Deixe o vizinho, o amigo, o parente com sua casa, seu carro, seu estilo de vida, e procure persistentemente descobrir o que você quer. Tenha consciência de que as imposições externas são contínuas e cruéis, e cuida de si com o maior carinho. Faça o mesmo com seus filhos: descubra como é cada um, e ajude-os a crescer desenvolvendo suas características únicas, em vez de apresentar-lhes um modelo esteriotipado. Não valorize as pessoas pelo que têm, mas pelo que são, e você aprenderá a respeitar-se no que possui de fundamental, o que lhe dará muita paz.

Os objetivos são essenciais para que as pessoas se orientem no mundo e para que alcancem a satisfação na vida. Buscar objetivos de acordo com as próprias características aumenta as chances de que os objetivos atingidos contribuam de modo positivo para a satisfação na vida.
(Texto de David Niven, do livro “100 Segredos das pessoas felizes”)

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Objetivos


O objetivo é aquilo que nos faz seguir adiante... Quando perdemos nosso momento e nossa direção,  estamos simplesmente perdidos! Você já notou que, em geral, o período em que ficou mais feliz foi no meio de um projeto, e não no fim? Já percebeu que assim que termina alguma coisa fica logo ansioso procurando outra? Pois então...
É próprio de nossa natureza ter objetivos. Não podemos viver sem eles, pelo menos, não por muito tempo. Por isso, se você não tem uma lista deles em mãos, está precisando de uma. O tipo de objetivo não é tão importante, desde que você tenha um!
Algumas pessoas conseguem adiar continuamente a realização daquilo que elas consideram que devem fazer na vida. Elas não têm certeza de que o objetivo que têm em mente é o mais perfeito para elas, por isso nunca fazem nada!... Vale lembrar que as pessoas bem sucedidas encaram uma escolha errada como uma valorosa experiência de aprendizado... Isso é o que chamamos de “precessão”, ou seja, o princípio que sempre nos assegura de que ganhamos muitas coisas além do próprio objetivo em si. De fato, o mais importante não é alcançar o objetivo, mas aprender e crescer ao longo do processo....
Se você decide que vai atravessar a Europa a pé, ou que vai ter uma Ferrari, ou se decide começar o seu próprio negócio, a coisa mais importante não é a caminhada, o carro ou o negócio – mas o tipo de pessoa que você precisa se tornar para atingir o seu objetivo. Enquanto persegue seus objetivos, você pode desenvolver mais coragem e determinação, refinar seus poderes de persuasão, aprender sobre disciplina pessoal, desenvolver sua resistência, adquirir mais autoconfiança, encontrar seu parceiro na vida, ou apreender a preencher um cheque...
Quando estamos elaborando um objetivo, é válido lembrar de como as coisas funcionam neste planeta. Nada por aqui percorre linhas restas; portanto, nenhum objetivo é alcançado sem reveses – os reveses fazem parte do plano das coisas... As pessoas bem sucedidas não são tão brilhantes, talentosas e únicas assim. Elas apenas têm um certo conhecimento sobre a maneira como as coisas funcionam e percebem que seu progresso pessoal se dá de acordo com os princípios que governam tudo em torno delas. Elas percebem que nós alcançamos nossos objetivos por meio da correção contínua. Nós nos desviamos do caminho, corrigimos o curso e voltamos para ele. Os navios fazem isso... Portanto, corrigir é a ordem.

(texto de Andrew Matthews no livro "Seja Feliz")

Quem é você?


Somos passageiros da passagem. A passagem é a nossa curtíssima experiência no planeta Terra. No jogo da vida não tem intervalo e o relógio não para. O mérito de um grandioso trabalho, envolto em fama, não é maior do que o de um anônimo e aparentemente pequeno trabalho.   

Não sabemos quanto de um aparentemente despretensioso e insignificante trabalho interfere  ou resulta numa gigantesca contribuição para a humanidade. Portanto, a grande virada é a tomada de consciência da nossa obrigação com o crescimento do nosso coração, da nossa intelectualidade e do nosso espírito. É a sensatez de fazer de toda e qualquer oportunidade que a realidade nos ofereça um ótimo e belo motivo para aprender mais.  

A fé criadora e a certeza de que somos co-criadores dos nossos destinos e do destino de toda a raça humana são a fonte-matriz da superação de todas as superações: a grande virada. As maiores de todas as viradas são as que os não necessitados fazem para elevar-se pelo amor, pelo prazer, pela alegria e pela felicidade. A superação na dor é necessária, uma vez que a própria dor nos empurra para ela. Já a superação no amor exige evolução da consciência.  

A passagem é rápida, plena de desafios, curvas, armadilhas, tentações, mas também encantadora, alegre, gostosa e rica. A grande virada é um plano de educação. E não estamos sós, pois somos o resultado dos relacionamentos humanos que cultivamos na vida. Tanto mais cresceremos quanto mais proveito tirarmos dos conflitos e dos beijos da realidade.  

É preciso ter coragem para não querer afastar da nossa vida o pequeno cálice das nossas obrigações, direitos, deveres, dores, prazeres, incompreensões, erros e acertos.  

Estamos de passagem. A nossa única certeza superior, a fonte de todo progresso, é o amor libertador. Aos passageiros da passagem – eu, você e aqueles que amamos –, desejo que o acaso nos proteja quando andarmos distraídos.

(texto do mais novo livro de José Luis Tejon, "A Grande Virada – 50 regras de ouro para dar a volta por cima" – Ed. Gente   )